A Nossa História

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Criada no ano de 1998, pelo músico e sociólogo Washington Luiz Sieleman Almeida, A Trupe Barroca tem marcado o cenário musical capixaba com uma proposta estética relevante e inovadora. 

Fundada originalmente com o nome de Victoria Ensamble, o grupo já se apresentou com importantes nomes do cenário musical brasileiro, como Jerzy Milewski (violino), Vanja Ferreira (harpa), Sérgio Dias (flauta), Inácio de Nonno (barítono), Aleida Schweiter (piano), entre outros. Foi a orquestra responsável pela execução da ópera Dido e Eneias (Purcell), em 1999, e pelas apresentações das Quatro estações (Vivaldi) em diversos municípios do Espírito Santo, em ciclos nos anos de 2003 e 2007.  Entre outras apresentações, destaca-se também a execução do Stabat Mater (Pergolesi), durante a Páscoa de 1999, lotando a catedral de Vitória.


A partir de 2017, a orquestra assumiu a proposta ousada de se dedicar exclusivamente ao repertório dos séculos XVII e XVIII, utilizando-se de instrumentos históricos ou cópias perfeitas e investindo em pesquisa e nas sutilezas das interpretações historicamente orientadas.


Com essa nova proposta, o grupo fez em dezembro de 2017 sua reestreia com um concerto de Natal, na Catedral de Vitória, que teve como solista o contratenor Paulo Mestre e como regente o maestro Sérgio Dias.

Durante a temporada de 2018, A Trupe Barroca passou a se apresentar em concertos com formações bastante diferentes e tendo como solistas importantes nomes da música antiga, como Edmundo Hora (cravo), Lúcia Melo (traverso), Márcio Cecconello (violino barroco) e Alberto Domínguez Gálvez (oboé barroco e flautim).

A partir desse trabalho, pioneiro no estado do Espírito Santo, e pelo interesse em trazer ao público um repertório, também, inovador do período barroco, o grupo passa a despertar o interesse e a curiosidade de músicos e estudiosos brasileiros e estrangeiros que têm se colocado à disposição para contribuirem com o trabalho de A Trupe Barroca o que permitiu o intenso desenvolvimento, com os músicos convidados, de uma agenda estruturada de formação de seus integrantes. 

Ainda para a temporada de 2018 o grupo se apresentará, nos meses de novembro e dezembro, na montagem da ópera Orlando, de G. F. Händel, tendo como cantores principais o contratenor Víctor Jiménez Díaz (Espanha) e baixo-barítono Lício Bruno (Brasil).


Os instrumentos que servem ao grupo provêm da coleção particular de seu fundador e já fazem com que A Trupe Barroca possua hoje o maior instrumentário histórico entre as orquestras especializadas do Brasil.


Compondo-se de um efetivo de músicos que eventualmente, de acordo com as necessidades, se juntam a músicos convidados, A Trupe Barroca conta com uma formação bastante flexível e que pode se adequar facilmente à riqueza sonora e diversidade instrumental do período barroco, apresentando-se com formações de 4 a 27 artistas de acordo com as características do repertório pesquisado.